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EMEF Félix Faccenda: “A Floresta das Emoções” ensina sobre a saúde mental e a sustentabilidade emocional

Em 2026, a Secretaria de Educação está promovendo um olhar voltado para a sustentabilidade emocional. O tema irriga os cuidados para a saúde mental, sendo uma rede de fatores conjugados entre o indivíduo e o meio que o cerca e suas relações. Neste sentido, diversos educandários da rede pública de ensino constroem projetos norteadores que possibilitam ampliar e difundir sobre como desenvolvê-la.

Um exemplo já está em plena atividade na EMEF Félix Faccenda. Chamada “A Floresta das Emoções”, como o próprio nome diz, é um local de descobertas, de autoconhecimento, que, de forma lúdica, abre um diálogo profícuo e esclarecedor sobre a sustentabilidade emocional para os alunos e o quadro de funcionários da escola. O espaço é de escuta e de empatia: lugar de fala para os sentimentos de cada um.

Segundo a diretora Luciane Piccin Comparin.A Floresta das Emoções integra o projeto maior da escola: “Florescer Emocional: criar, sentir e inovar”, “que nos convida diariamente a olhar com sensibilidade para o desenvolvimento integral, onde sentir é tão importante quanto aprender”, destaca.

No primeiro dia, as professoras foram acolhidas nesse espaço através de uma história sensível e inspiradora, que apresentou a essência da floresta e abriu caminhos para tudo o que seria vivido ali. Desde então, a cada mês, um novo animal passa a fazer parte desse universo, trazendo consigo emoções, aprendizados e reflexões, ajudando as crianças a reconhecerem e compreenderem seus próprios sentimentos. O trabalho pedagógico reflete a preocupação de transmitir ideias de autocuidado, definição de limites, autoconhecimento, inteligência emocional, além de dialogar sobre os altos e baixos que a vida apresenta.

“Na Floresta das Emoções, trabalhamos os sentimentos primários e secundários de forma leve. É um espaço de relaxamento, de aconchego e de escuta, onde cada criança pode se expressar com segurança, sentindo-se respeitada e compreendida em sua individualidade”, enfatiza Luciane.

Esse ambiente também é cuidadosamente utilizado pela Orientadora Educacional Morgana Villa Bochi, que desenvolve propostas voltadas ao reconhecimento e à expressão dos sentimentos, além dos círculos de restauração de paz, fortalecendo o diálogo, o respeito e os vínculos entre as crianças. Da mesma forma, todas as professoras fazem uso desse espaço tão especial, explorando os animais, as emoções e tudo aquilo que contribua para aprendizagens significativas e cheias de sentido para educar sobre as responsabilidade individuais e coletivas.