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Museu

 




Museu do Imigrante



 


Rua Herny Hugo Dreher, 127 - Bairro Planalto

(54) 3451-1773

Visitação gratuita

Horario de visitacão: terça a sábado:  8h30 às 11h30 | 13h30 às 17h30
 
 


Museu do Imigrante

O Museu do Imigrante foi fundado através do decreto Lei 566 de 18 de dezembro de 1974, e abriu suas portas para a comunidade em 21 de maio de 1975, desenvolvendo desde então as suas atividades em um antigo prédio construído em 1913. 

O prédio do museu já foi uma Estação de Sericicultura, Escola Agrícola, Anexo do Hotel Planalto e também residência. Foi tombado como Patrimônio Histórico do município em 2005 e passou a integrar o roteiro cultural de Bento Gonçalves. 

Para resgatar a história da Imigração Italiana, o Museu teve quase dez mil itens doados pela comunidade. O Museu possui dois andares e sete salas temáticas onde preserva artefatos, documentos textuais e imagens divididos em: Sala de Gaitas, Arte Sacra, Objetos Pessoais e Ofícios, Quarto de Dormir, Cozinha, Trabalho e Vinho. 





Trabalhos de pesquisa

Atendimento a pesquisadores: segunda à sexta - 8h às 11h30 | 13h30 às 17h30
Contato: museudoimigrante@bentogoncalves.rs.gov.br  | (54) 3451-1773

Procedimentos para solicitação de informações:

P
ara aprimorar o acesso às informações de acervo do Museu do Imigrante solicita-se o contato prévio com a instituição para a organização dos dados. Os dados solicitados serão disponibilizados o mais breve possível. Sendo confirmados os dados, você pode retirá-los através de pen drive e fotografia (sem flash). No caso de poucas informações, as mesmas podem ser encaminhadas via e-mail. O serviço é gratuito. É obrigatório citar o Museu do Imigrante como fonte de pesquisa. 



Acervo

Fazem parte do acervo histórico mais de 15 mil itens da cultura regional, preservados nas salas de exposição permanente, reserva técnica, arquivo fotográfico, mapoteca, discoteca e biblioteca. O museu  está em processo de informatização do seu acervo.

O cotidiano resgatado em peças de vestuário, luminárias, louças e objetos pessoais doados geralmente por anônimos que fizeram e fazem a história de Bento Gonçalves. Os objetos são organizados em vaios espaços do museu: sala de gaitas, arte sacra e ofícios, vinho, trabalho, cozinha e quarto.





A Loba Romana é um importante elemento do acervo, presente do governo italiano no Centenário da Imigração Italiana no RS, em 1975. O monumento é em bronze cromado e faz alusão ao símbolo da fundação de Roma.






 



Histórico do prédio 

1913: Data de construção do prédio que abriga o Museu do Imigrante. Nesse ano, foi implantada a Estação de Sericicultura, iniciativa do governo do Estado. 

1917: a estação passou a chamar-se Escola Agrícola e Zootécnica, com todo os processos passando a ser executados no local. Nos anos 1920, o governo decidiu fechar a estação e repassou o patrimônio para a prefeitura. 

1929: a Sociedade Amigos Planalto propôs ao poder público o arrendamento do imóvel, com o objetivo da instalação do anexo do Hotel Veraneio Planalto. O prédio foi reformado, e o trabalho da estação, transferido para um galpão em frente. 

1937: a prefeitura vendeu o prédio para a Sociedade Planalto. 

1948: o Estado assumiu novamente a estação. Em 1952, a edificação foi doada novamente para a prefeitura, que vendeu o espaço para o Hotel Planalto.

1953: um incêndio na casa de máquinas do hotel destruiu o prédio, restando parte do mobiliário e das louças. 

1960: a Sociedade Planalto decidiu vender o prédio anexo ao hotel para a prefeitura. 

1960 e 1970: o prédio funcionou como escritório, armazém, hospederias e residência. 

18 de dezembro de 1974: foi decretado que o imóvel serviria para preservar a memória coletiva e o patrimônio cultural da cidade. O museu foi aberto ao público no ano seguinte, em 21 de maio. 

Até 1987: o museu ficou vinculado à Secretaria Municipal de Educação. Desde aquele ano, a entidade passou a ser mantida pela Fundação Casa das Artes. Naquela época o museu foi restaurado. O nome mudou para Museu Histórico Casa do Imigrante. 

1987: começou o processo de tombamento do prédio. A regularização ocorreu em 2005, quando ele passou a denominar-se Museu do Imigrante. 

2002: O Museu foi cadastrado no Sistema Estadual de Museus.

2003: O Museu foi cadastrado no no Instituo Latino-Americano de Museus. 

2006: Em setembro foi apresentado o projeto de restauração do prédio, cuja inscrição no MinC ocorreu em 2007. 

2008: Em dezembro a captação é aprovada pelo MinC. 

2009: Parte do prédio é interditada. 

2010: O telhado do museu é trocado com recursos da Fundação Casa das Artes. 

2015: Inicia o restauro, em setembro, com prazo de 365 dias para a conclusão da obra. 

2016: O Museu reabre à visitação em 27 de junho.



Restauro do museu (2013-2016)

Em 2008 a restauração do prédio foi aprovada pelo Ministério da Cultura (Lei Rouanet) conforme Processo 01413.000020/08-57 – Pronac  08.0449 – Lei Federal de Incentivo à Cultura. 

O Museu, que  estava fechado desde agosto de 2010, iniciou as obras em 2013, após união de esforços do governo municipal junto a empresas e pessoas físicas do município. 

Em 2014, após concluído o processo licitatório e a adequação das planilhas orçamentárias, inicia a primeira etapa das obras, com a retirada e a recuperação das aberturas de madeira.

Em 2015 inicia a remoção de alvenarias, reboco interno e externo degradados, tratamento do revestimento interno, remoção de pisos e azulejaria, da tubulação hidráulica, desmontagem, limpeza e imunização dos assoalhos de madeira, dos vigamentos estruturais e dos forros de madeira, além da pintura e recomposição dos acabamentos do prédio e outras intervenções restaurativas. A última etapa do processo de recuperação será executada já com o Museu aberto, compreendendo a instalação de um elevador panorâmico e a implantação do sistema de informatização que irá disponibilizar informações sobre acervos, pesquisas e programações do museu. (notícia >>) . 

 

Em 2015 seguem as ações de restauro: remoção  de aberturas, louças, materiais sanitários, movelaria, pisos, azulejaria, alvenaria e reboco degradado, e tratamento de fissuras superficiais. É aplicado o reboco novo interno e feita a  ampliação e fechamento de vãos existentes (notícia >>). Na parte externa, é executada a intervenção de drenagem periférica, com abertura de vala, remoção e recomposição do piso, lastro de escoamento e colocação de tubulação hidráulica pluvial. Na parte interna é feito o tratamento das paredes e o restauro das aberturas de madeira (notícia >>).

 

Em 2016 o restauro chega à fase de finalização, com retirada do assoalho, reforço e tratamento dos barrotes que sustentam o piso (noticia >>).

 

O Museu reabriu à visitação em 27 de junho de 2016.